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Ênio & Maria Teresa

Ilha Solteira (SP) a Tangará da Serra ( MT) - 1187 Km

Iniciamos nossa viagem com saída de Ilha Solteira (SP) no dia 01/06/2012 passando por Mato Grosso doSul, Goiás e Mato Grosso.

Tangará da Serra ( MT) a Cacoal (RO) - 688 Km

A partir daqui estávamos em 6 pessoas (Enio e Maria Teresa, Renato e Sara, Darcy e Elza) e três Motorhomes. Saímos dia 20 de junho 2012. Partimos de Tangará da Serra passando por Campo Novo dos Parecis, Sapezal, Campo de Júlio em direção à Comodoro onde pegamos a BR 364. Dormimos em Cacoal já no Estado de Rondônia no Posto São José.

As reservas indígenas que passamos são: Parecis, Utiariti, Nhambiquara.
Rios: Papagaio (uma cachoeira linda) e Juruena.

Cacoal (RO) a Porto Velho (RO) – 479 km

Chegamos Porto Velho (RO), estacionamos no Posto Mirian. Catarina, a gerente, muito simpática, nos recebeu muito bem. A estrada entre Cacoal e Porto Velho estava muito ruim, aguardamos para atravessarmos de balsa para Manaus. Conhecemos a cidade, com seus pontos turísticos: As três caixas d’água, locomotiva, Porto Cai n’água, Palácio Getulio Vargas, faculdades e outros.

Resolvemos continuar por terra mesmo, uma vez que a balsa não deu certo, fomos pelo Peru e voltamos pela Venezuela.

Porto Velho (RO) a Rio Branco (AC) - 505 km

Depois de 5 dias em Porto Velho seguimos para o Acre. Ao longo do trajeto nos deparamos com muitos buracos na estrada e um calor daqueles. Nossos companheiros estavam querendo voltar.


Logo ao chegamos ao Posto Correntão, conhecemos Fernando que nos auxiliou muito. Fernando, Eva sua esposa e filhos nos acompanharam para conhecermos Rio Branco. Pessoas inesquecíveis.

Rio Branco - Assis Brasil (AC) 331km

No dia 2 de Julho, saímos de Rio Branco em direção a Xapuri, terra de Chico Mendes, conhecemos o Museu da borracha, a casa de Chico Mendes e o Museu Chico Mendes. Em Brasiléia fomos conhecer a cidade de Cobija do lado da Bolívia, é só atravessar a ponte a pé mesmo. As pessoas vão fazer compras, como no Paraguai.

Chegamos a Assis Brasil, fizemos toda a documentação necessária, tanto do lado Brasileiro quanto do lado Peruano. Resolvemos dormir em Assis Brasil, já era muito tarde para chegarmos a Puerto Maldonado no Perú.

Peru

A vistoria do lado Peruano é demorada e não permitem que entre alguns itens. Perdemos ovos, frango e carnes.

A moeda Peruana é o Sólis. A diferença de horário é de 2 horas em relação à Brasília. Chegamos em Puerto Maldonado às 17 h (Brasília), a ponte Intercontinental está pronta e já atravessamos por ela. O trânsito é intenso, a cidade tem 200 mil habitantes. Os táxis são motorkar, bem diferentes (uma moto com 3 rodas). Conhecemos a cidade de táxi e dormimos em um Grifo (posto de gasolina), na saída para Cusco.

Entre Puerto Maldonado e Cusco a paisagem muda muito. Entramos em um trecho da Amazônia Peruana que tem muitos vilarejos e a velocidade não pode passar de 50 km por hora. Passamos por um garimpo no vilarejo de Virgem Candelária; o número de pessoas, as condições de higiene do garimpo e a devastação são impressionantes, nunca vi nada igual.

A chuva intensa derrubou muita terra e pedra na pista, muitas máquinas limpando e desobstruindo a estrada. Começou a surgir a Cordilheira dos Andes ao longe com neve nos picos, muito bonito. Passamos na reserva de Tamborata e chegamos a Quincemil, onde dormimos na praça da cidade. Não existe posto de gasolina ou lugar que caiba os carros.

A subida da Cordilheira é linda, mas difícil, chegamos a 4700m de altitude. Falta um pouco o ar quando se está subindo a Cordilheira. Para andar dentro do motorhome tem que ser devagar mas, nada que um bom café forte e sem açúcar não ajude (receita de uma amiga médica). O carro também fica devagar.

Cusco é uma cidade histórica muito bonita. Tem muita coisa para conhecer, museu, igrejas, artesanato (variados e belíssimos), tudo muito limpo e os prédios restaurados. Para Machupicchu, contratamos um guia em uma agência de turismo (todo passeio é em dólar). Deixamos os carros no estacionamento do posto de combustível do Sr. Melquiades, tudo tranquilo e seguro. De Cusco fomos para Pisac, Vale Sagrado e outros sítios. De Ollantaytambo para Machupicchu fomos de trem. Machupicchu significa antiga ou velho cume de grandeza. A cidade Inca foi um império de Ayllus (famílias trabalhadoras), compreende 32,592 hectares, tudo muito lindo, eu diria mágico. Vale a pena conhecer.

Saímos de Cusco em direção a Nasca é um trecho muito bonito da Cordilheira dos Andes e como os trechos anteriores, difícil de vencer. Depois de Puquio a paisagem muda bastante, a vegetação agora é de deserto. Em Nasca ficamos no Maisson Suissa, hotel e camping, perto do aeroporto. Conhecemos as linhas de Nasca e seguimos em direção a Lima. A região de Pisco tem muitas vinícolas. Apesar do deserto tem muitas plantações e criação de frangos, muito interessante. Viajamos até Lima pela estrada do Pacífico, o mar com sua água transparente e muito fria. Belíssimo.

Conhecemos Lima, Chimbote, Trujillo sempre ao lado do Pacífico. Chegamos a Tambogrande, Província de Piura e a 100km do Equador. Ficamos no restaurante e pousada La Choza que tem área para motorhome. Lavamos roupas e descansamos.

A vegetação do Peru é bem diferente. Alguns sítios arqueológicos tem a mesma idade das Pirâmides do Egito. Para quem gosta de arqueologia o Peru é o lugar ideal para conhecer e estudar. Conhecemos 10 Províncias (Estados) do Peru. Rodamos 2.985 Km dentro do Peru. O pedágio e o diesel não são baratos. As estradas são ótimas.

Equador

Chegamos na fronteira do Peru com o Equador no dia dia 23 de julho, a documentação e vistoria, sem problemas. Macara foi a opção de entrada no Equador e assim fomos pelo centro do país.

Conhecemos Macara, Catamayo, Loja, Quencas, a estrada entre Nábon e Quencas é de 3459 m de altitude, como no Peru, cordilheira difícil, mas aqui a estrada é mais larga só que mais animais na pista e como não tem acostamento os caminhões param na pista mesmo.

Em Quencas as ruas e os prédios Históricos muito bem conservados, fizemos o passeio a pé e em ônibus panorâmico, valeu a pena. Quencas é a capital da província de Azuay, está 2.583 m acima do nível do mar. Em Azogues precisamos consertar o rodoar, no Equador ninguém usa e precisamos comprar a peça em Guayaquil. O mecânico Manuel e sua espôsa Branca foram muito amáveis e nos fizeram companhia dentro da oficina. Dia 28 saímos em direção a Quito passamos por Riobamba, Ambato, Aloag, em Aloag 40 km de Quito conhecemos o Valter, Caminhoneiro que me presenteou com jornais falando da etnia do Equador e cartóes postais. Conhecemos Luis Quishpi, assessor do Presidente Correa para assunto de Artesanato em Azogues e na segunda - feira ele pediu para seu secretário nos buscar em Aloag e Ele nos levou até o Parque Las Carolinas onde estacionamos os carros e fomos conhecer Quito e la Mitad del Mundo. Continuamos em direção a Otavalo, maior feira de artesanato da América do Sul, imperdível : alí compramos o legítimo chapéu Panamá que é feito de uma palha que só tem em Guayaquil, ele recebe esse nome porque era exportado pelo canal do Panamá. Indo em Direção a Otavalo passamos três dias em um Hotel fazenda Guachala, uma fazenda que data de 1500 que foi usada para reforma agrária e o que restou para os descendente dos primeiros donos foi transformado em hotel fazenda e ele planta flores. Essa região tem muitos Vulcões Pechincha ,Branco, Imbabura, Cotacachi, Fuya Fuya e outros menores. No dia 4 de agosto chegamos em Tulcán, divisa com a Colômbia. No Equador rodamos 1171 km. O pedágio e o diesel não são muito caros, a moeda é o dólar.

Colômbia

Passamos pela Aduana Colombiana no dia 5 de agosto, daqui para frente fomos sozinhos, os companheiros quizeram ir mais devagar, temos compromissos no Brasil e vamos mais rápidos.

Na Colômbia tivemos que pagar um seguro para trafegarmos, paga-se em estação de serviço (posto de gasolina). Atravessamos a ponte Internacional Rumichaca, a primeira cidade é Ipiales. Passamos por Popayan, Cali, Palmira, El Bordo, Guallanday, Soacha,Bogotá. A cordilheira agora, estreitou muito, o carro que está descendo tem que parar para o outro subir, um sufoco total. Muitos adolescentes e mulheres na pista dizendo se você pode avançar na curva, eles pedem dinheiro para te ajudar.

O exército e a polícia estavam nas estradas e nas pontes, dão muita proteção. Só pediram para pararmos às 4h deles que é 6h nossa, tudo bem porque depois das 6h nós paramos mesmo. Os postos de gasolina, tem segurança armados. Depois de conhecermos Bogotá saímos pela Calle 13 em direção a Mosquera, por essa estrada não tem Cordilheira, fomos até Cartagena das Índias, no sopé da Cordilheira, assim fomos mais rápidos também. Em Ronda ficamos em um Club Campestre, lavei roupas e descansamos no final de semana. Saímos segunda-feira, dia 13 de agosto, a estrada seguia o curso do rio Madalena, muito importante aqui na Colômbia. Compramos um guia turístico que também é rodoviário, muito bom. De Curumani, passamos por Bosconia, chegamos a Cartagena das Índias, dormimos num posto de gasolina e no outro dia procuramos um lugar para ficarmos. Conseguimos em Boca Grande, Laguito um estacionamento em frente a um posto da Polícia Militar. Cartagena realmente é de cinema, tudo muito bem conservado, hotéis belíssimos, conhecemos toda a cidade, os ônibus são bem personalizados pelos motoristas, diria bem diferentes. Conhecemos ainda a ilha de Rosário. Com muita pena fomos para Barranquilla onde conhecemos toda a história do Caribe, no museu do Caribe. A estrada para Santa Marta é muito bonita, Ilha Salamandra, Porto fluvial do rio Madalena e também Porto Marítimo. A cidade não é tão bonita, mas as praias são lindas, em Rodadeiro são as mais conhecidas.

Entramos na Colômbia por Ipiales que é no Estado de Narinõ; na Colômbia, o Estado é conhecido como departamento. Os Departamentos que conhecemos foram: de Cauca, Valle Del Cauca, Quindío, Tolima, Cundinamarca, Boyacá, Santander, Norte de Santander, Cesar, Magdalena, Atlântico, La Guajira. A Colômbia tem 32 departamentos, conhecemos 13 departamentos. Os Departamentos são bem diferentes em clima, população, alguns estão na Cordilheira dos Andes e outros ao nível do mar. A Colômbia conserva suas tradições, suas matas não estão devastadas, só desmatam onde plantam; as estradas são abertas e conservam a vegetação nas laterais, tudo muito fresco, com muitas árvores ao longo das estradas. As pessoas são hospitaleiras, educadas; viajamos 2400 km dentro da Colômbia, não tivemos nenhum problema. A imagem da Colômbia fora daqui é negativa, eles tem seus problemas como todo país mas, isto não reflete em quem quer conhecê-lo. A beleza do mar do Caribe e Cartagena das Índias, valeu a pena.

Venezuela

No dia 20 de agosto demos baixa nos documentos da Colômbia e entramos na Venezuela. Trocamos os Pesos por Bolívares. A demora é a mesma para fazermos todos os papéis, nossos, do carro e moto. A estrada do lado da Venezuela é muito ruim, igual do Brasil muitos buracos mas, na Venezuela tem uma diferença gritante, nunca vi tanto carros velhos juntos. Os carros são dos anos 60, Americanos do Norte. Da fronteira para Maracaibo tem uns 100 km. Dormimos e de manhã fomos procurar um despachante para pagarmos o seguro para trafegarmos no País e comprarmos um mapa da Venezuela. Não conseguimos pagar esse seguro, nem os policiais sabiam dele, e o mapa só conseguimos pela internet. Conhecemos Maracaibo e fomos em direção a Coro, precisamos ficar mais tempo em Coro porque preciso lavar roupas. Em Coro ficamos numa pousada turística “Coro Rico”, geralmente essas pousadas cobram meia diária para nos ceder água e luz. A televisão é estatal só fala do Chaves, é um tédio.

Fomos conhecer Coro e La Vela de Coro. Coro é a cidade mais velha da Venezuela fundada em 1527. Os prédios históricos, alguns são bem conservados, outros não. Os museus estão todos em restauração ou reforma. Conhecemos os pontos principais das duas cidades, lavei roupas, descansamos e seguimos em frente. Direção agora de Caracas.

Como saímos no meio da tarde, dormimos em Valência, aqui o trânsito é muito difícil, muitos carros e quase não dá para andar. Continuamos em direção a Caracas, passamos por Cumarelo, Tucacas, Boca Aroa, Porto Cabelo, as cidades são bem diferentes, passamos por polos petroquímicos (amianto). Em Caracas ficamos em um posto de gasolina dentro do forte Tiura. Conhecemos Cristina e sua filha Glenda que nos apresentou as belezas de Caracas. Conhecemos Barcelona, de lá fomos para a Ilha Margeritta. Voltamos para Puerto La Cruz, Barcelona e fomos em direção a Porto Ordaz e Cuidad Guiana para chegarmos a Santa Elena de Uiaren para voltarmos para o Brasil.

Para chegarmos ao Brasil passamos dentro do Parque Nacional Caiame, Gran Savana. O parque é belíssimo, muitas cachoeiras, e aldeias indígenas. A estrada passa por dentro do Parque; O Monte Roraima é bem diferente em sua formação rochosa. Conhecemos 10 Estados na Venezuela, percorremos 2.560 km, os gastos com combustível foi de 23,40 Bolivares ou seja 6,48 Reais. Passamos pela aduana Brasileira no dia 02/09/2012 e fomos em direção a Boa Vista, Roraima.

Brasil

Roraima

Chegamos a Pacaraima às 10h e demos baixa nos documentos do lado da Venezuela, do lado brasileiro ninguém para carimbar nossos passaporte. Fomos para a cidade, almoçamos, ligamos para as filhas e mãe.  Não podíamos seguir viagem sem o carimbo de entrada no país.

Voltamos para fronteira porque às 14h, alguém da polícia Federal daria um plantão de 1 hora ou seja quem conseguisse carimbar o passaporte de entrada ou saída estaria feliz, senão só mais tarde às 17 h ou no outro dia às 8h.

Saímos de Pacaraima tarde, mas conseguimos dormir em Boa Vista. Conhecemos Boa Vista, seus pontos turísticos; os folders em Boa Vista são em Inglês e sem tradução. Perguntei porque e nos disseram que quem mais visita Roraima são os estrangeiros por isso os Folders  utilizam os inglês. Tudo bem, Brasil mesmo. Saímos no dia 4 de setembro de Boa Vista em direção a Manaus. Dormimos em Jundiá, divisa entre os dois estados na reserva indígena Waimirim - Atroari está há um quilômetro daqui e os índios não permitem que ninguém  passe dentro da reserva à noite. A reserva tem 125 km vai até Presidente Figueiredo. A pousada  tinha uns chalés bem simples. Infelizmente o portão de entrada era pequeno e tivemos que ficar do lado de fora da pousada, la a energia é 220w, lavamos roupas. O dono da pousada recebe muitos pescadores, inclusive hoje está pescando com um grupo.

Saímos de Jundiá (RR) às 8 h, a estrada dentro da Reserva é boa, poucos buracos, matas bem preservadas, muitos pássaros e animais pequenos, vimos alguns índios mas não são tão simpáticos quanto os índios do lado da Venezuela. Não permitem que parem dentro da reserva. Chegamos a Presidente Figueiredo e conhecemos o Dauto, que voltou a Manaus somente duas semanas atrás de uma viagem de 3 meses pelo Brasil, do Nordeste ao Sul. O motorhome dele é igual ao nosso e nos convidou para ficarmos  no quintal de sua casa em Presidente Figueiredo, é feriado em Manaus. Ficamos 5 dias em Presidente Figueiredo, conhecemos as cachoeiras que foi possível porque dizem que tem mais de 100 catalogadas no município. Saímos em direção a Manaus seguindo o Dauto que nos levou na sua casa de Manaus e nos ajudou no embarque para Porto velho.

Conhecemos sua família, eles nos levaram para dar uma volta e fomos ao porto ver a embarcação. No dia 13 de setembro vamos embarcar e já dormir na balsa. Ficamos muito sensibilizados com a gentileza do Dauto,  Néia , Divina e todos que nos receberam super bem.


De todos os pontos turísticos de Manaus, sem dúvida a arquitetura do teatro é de tirar o folego. O  ônibus panorâmico também é interessante para conhecer Manaus. Somos muito gratos a Néia e Dauto pela gentileza de ser nosso guia em Manaus e nos acompanhar até embarcarmos.


Voltamos para Porto Velho pela empresa Chibatão Navegação e Comércio, como somos dois motoristas pagamos pelos dois, eles fotografam por fora do motorhome e não precisamos declarar  as coisas dentro porque ficamos viajando dentro dele. As refeições são com todo o pessoal, primeiro a tripulação  comia depois os passageiros no caso, nós e alguns motoristas dos caminhões. Saímos do Porto de Manaus às 6h e navegamos pelo rio Amazonas até  o entardecer e já entramos no rio Madeira. O rio Madeira estava raso  e a navegação tem que ser devagar. Demoramos  8 dias e 8 noites para chegarmos a Porto Velho, segundo os motoristas que estão acostumados a viajar com essa Balsa eles são muitos responsáveis e nunca encalharam. Vimos muitos rebocadores e chatas encalhadas, com soja, petróleo e assim em alguns lugares que o canal não era profundo a Balsa parava e esperava  tirarem as outras balsas do canal.

A tripulação foi muito boa na navegação e também conosco,  comandante Olímpio Soares, contra- mestre João Jorge, cozinheira Jorgina enfim toda a tripulação e os motoristas sempre com uma conversa interessante com histórias da família e de suas viagens. As margens do rio Madeira estão muito assoreadas, os garimpeiros lavam às margens com uma draga e uma batéia, segundo os caminhoneiros, o ouro dali é em pó e precisam jogar o barranco na água para sugar depois na batéia e ver se tem ouro. Uma grande agressão contra a natureza. As árvores grandes já não existem mais, o rio está muito raso, difícil de navegar.

Passamos por Borba, Nova Aripuanã, Manicoré, Humaitá, essas são as cidades maiores existe muitas vilãs, aldeias indígenas. Desembarcamos em Porto Velho (RO) no dia 22 de setembro de 2012 às 8h. Embarcamos no dia 13 de setembro às 18h (dormimos em cima da balsa) e saímos do Porto de  Manaus no dia 14 às 6h.

Liguei para Eva e Fernando que vieram nos encontrar no posto Mírian, onde já tínhamos ficado em junho, a gerente Catarina ainda não tinha entrado em serviço, só conversamos com a Ângela e deixamos um abraço para Catarina. Fizemos um resumo da viagem para Fernando e Eva e seguimos viagem ao meio-dia.

Fizemos agora o inverso do início da viagem, Porto Velho(RO), Tangará da Serra(MT), Nova Mutum(MT), Alto Araguaia(MT), Mineiros(GO), Ilha Solteira (SP). Saímos de casa no dia 01/06/12 e no dia 10/10/2012 graças a Deus estávamos de volta. Com certeza uma grande aventura!!

São Paulo: Ilha Solteira 01-06-2012

Goiás: Jataí, Mineiros

Mato Grosso: Alto Araguaia, Cuiabá, Nova Mutum, Tangará da Serra, Campo Novo dos Parecis, Campos de Julio, Sapezal, Comodoro.

Rondônia: Vilhena, Cacoal, Itapoã do Oeste, Porto Velho.

Acre: Rio Branco, Xapuri, Brasiléia, Cobija (Bolívia), Assis Brasil.

 

Peru: Puerto Maldonado, Quincemil, Cusco, Machu Picchu, Asco, Chaluanca, Nasca, LIMA, Chimbote, Trujillo, Chichayo, Tambo Grande.

Equador: Catamayo, Loja, Cuencas, Azogues, Riobamba, Aloag, QUITO, Otavalo, Tulcan.

Colômbia: Ipiales, Pasto,Cali, Palmira, Gualanday, Soacha, BOGOTÁ, Mosquera,Madrid, Honda, La Dorada, Curumani, Cartagena da Índias, Barranquilha, Santa Marta, Paraguachon.

Venezuela: Maracaibo, Coro, Valência, CARACAS, Chachurunto, Araguita, Cuia, São José do Gouribe, Barcelona, Puerto La Cruz, Ilha Margarita, Cuidad Goiana, Upata, El Tigre, Santa Elena de Uairen.

 

BRASIL

Roraima: Pacaraima, Boa Vista, Jundiá.

Amazonas: Presidente Figueiredo, Manaus.
De Manaus para Porto Velho em cima da Balsa durante 8 dias e 8 noites passamos por Nova Olinda do Norte, Nova Aripuanã, Manicoré, Humaitá.

 

A partir de Porto Velho, voltamos pela mesma estrada. Porto Velho(RO), Cacoal(RO), Tangará da Serra(MT), Nova Mutum(MT), Alto Araguaia(MT), Mineiros(GO), Ilha Solteira(SP). Chegamos dia 10/10/2012.